Mulher sentada em posição de meditação em uma pedra na natureza.

o que é o sagrado feminino

O que é o sagrado feminino e porque tem se falado tanto sobre o assunto atualmente? O poder e o mistério que envolvem o sagrado feminino nos convidam a uma jornada de autoconhecimento e conexão com algo maior que nós mesmas. Neste post, mergulharemos nesse universo para que você entenda como esse conhecimento pode te ajudar no seu processo de desenvolvimento pessoal feminino. Prepare-se para uma viagem até a sua ancestralidade e reconexão com o seu Divino feminino.

Qual a origem do sagrado feminino

Desde tempos primórdios, o homem já cultuava o aspecto feminino da Natureza, por perceberem que eram as fêmeas quem geravam e davam a vida. O macho era apenas um estimulador, e a fêmea era a procriadora. Por isso é que a Deusa Mãe sempre foi a primeira divindade cultuada desde civilizações mais remotas. Era atribuído a ela a condição de Fonte Criadora Universal.

Como os povos remotos não conheciam a existência de outros mundos, eles acreditavam que a Terra era o Universo, então atribuíram à Terra o papel de Mãe de todas as coisas. Essa Deusa Mãe criadora foi sendo ampliada à medida que o homem expandia seus conhecimentos. Se olharmos para trás, encontramos inúmeras civilizações que cultuavam a Deusa Mãe.

Somente na sociedade atual é que a Deusa Mãe foi excluída das tradições religiosas ocidentais, devido a influência da cultura judaico-cristão. Mas mesmo assim, por pressão do povo, ela retornou na figura de Maria, mãe de Jesus.

Não precisa ir muito longe para constatar o poder do feminino, basta observar a Natureza. Não existe criação sem o feminino. Nesse mundo dual que vivemos, existem duas forças, uma ativa, a masculina, e outra passiva, a feminina.

No Tarot, essas duas figuras são representadas pelo Hierofante e a Sacerdotisa.

Na cultura egípcia, assim como em todas as culturas orientais, o aspecto feminino sempre foi representado.

Com o domínio do patriarcado, instaurado pelas religiões pós-cristãs, começou um período de extermínio do culto à Deusa. A inquisição se encarregou de realizar essa atrocidade, e perseguiu e exterminou inúmeras civilizações que cultuavam a Deusa Mãe, como os Celtas, por exemplo. Bastava uma pessoa cultuar o sagrado feminino para ser queimada viva. Foi daí que surgiu também o termo “bruxa”, trazendo a errônea conotação à palavra.

É fácil perceber que a Deusa foi reconhecida primeiro que Deus nas civilizações antigas, pelo seu papel gerador. Mas a realidade é que Deus e Deusa são apenas expressões da polaridade do Todo, do Uno, que permitiu que Ele se manifestasse no Universo. Eles são os dois lados de um único rosto.

Mas então, o que é o sagrado feminino?

Com o passar do tempo, das gerações e civilizações, a mulher foi perdendo a sua ligação com o aspecto feminino da Natureza. Grande parte foi pelo papel das religiões pós-cristãs exterminarem o culto à Deusa, e instaurarem o patriarcado. Mas também, com a evolução da sociedade, foi colocado na mulher a responsabilidade e dever de desenvolver o seu aspecto masculino através do trabalho, da responsabilidade de também sair de casa e ter a sua independência financeira.

Não há problema nenhum nisso, mas o que acontece é uma distorção do papel da mulher na sociedade. Ela pode fazer o que ela quiser e desejar, mas o que é colocado em cima da mulher é o de ter que dar conta de tudo. É o tem que.

A mulher tem que ser mãe, amiga, esposa, tem que trabalhar, sustentar a família, cuidar dos filhos, da casa, e de quem mais aparecer para ela cuidar. Ela tem que cuidar do seu corpo para atender aos padrões da sociedade e não estar sujeita a perder o seu marido porque não é perfeita como ele espera. Ela tem que estar sempre bem, sempre pronta para servir e atender às necessidades de tudo e de todos à sua volta. A mulher tem que dar conta de tudo e não achar ruim. Ou seja, uma ilusão.

Com toda essa pressão, ela se distanciou da sua essência feminina, e se desconectou de aspectos importantes que são natos dela, como a intuição, seus ciclos, a sua feminilidade, a sua ligação com o aspecto feminino da Natureza.

O sagrado feminino nada mais é do que o despertar da mulher em relação à sua essência feminina. É o resgaste de todo seu aspecto feminino para equilibrar o masculino.

E aqui surge um outro problema que eu enxergo no sagrado feminino: o excesso, que se transforma em feminismo.

O Equilíbrio dos opostos

Tudo na Natureza é dual, tem dois pólos, e é assim para que se tenha o equilíbrio.

O problema que acontece no sagrado feminino em excesso é que a mulher se liga tanto ao seu aspecto feminino que esquece ou deixa de lado o masculino, como se ele não fosse importante.

E com essa atitude, ela começa a caminhar pelo lado do feminismo exarcebado, e coloca o homem como um nada. Transforma o homem e o masculino em algo ruim.

É importante lembrar que masculino e feminino são duas energias, aspectos da Natureza, que são representados em sua forma física, material no ser humano como homem e mulher, como o Sol e a Lua, como o macho e a fêmea no mundo animal e vegetal. Esses dois princípios estão presentes em tudo que é manifesto aqui. Mas eles são energias, e é isso que as pessoas não compreendem.

Com essa falta de compreensão, rotulam o homem e a mulher, vibrando nos seus extremos: o machismo e o feminismo, e isso só traz desarmonia e discórdia.

O verdadeiro sagrado feminino é a mulher que se religa à sua ancestralidade feminina, ao aspecto feminino da Natureza, e com isso, começa a aplicar na sua vida essa sabedoria, equilibrando o seu masculino com o seu feminino, ouvindo a sua intuição e respeitando seus ciclos.

Ela aceita e honra o seu feminino, mas também aceita e honra o seu masculino.

Ela sabe caminhar pelo caminho do meio, usando sempre que necessário essas duas forças latentes no seu ser ser: o masculino e o feminino.

A diferença é que ela, com sua sabedoria, sabe exatamente como e quando usar cada uma dessas duas forças, sem deixar que seu equilíbrio seja abalado.

Como estudar o sagrado feminino

Estudar o sagrado feminino não é apenas adquirir conhecimento, é uma jornada de autodescoberta e conexão com o aspecto feminino da Natureza.

O primeiro passo é o autoconhecimento. Se permitir fazer um mergulho dentro de você e se conhecer profundamente, é o início dessa jornada do sagrado feminino.

O autoconhecimento é um processo de várias vidas vividas, é algo que não termina, que você precisa viver estudando de si, o tempo todo.

Estudar de si é se analisar, observar seus pensamentos, seus comportamentos, como você reage a certas situações. É observar seus sonhos e tentar compreendê-los. Mas é também se permitir ser cuidada, e buscar alternativas que podem te ajudar a caminhar um pouco mais rápido no seu processo de autoconhecimento. Essas alternativas são conhecimentos esotéricos que agregam em muito o estudar de si. São eles: o Tarot, a numerologia, a astrologia e a meditação.

Esses 4, juntos, já te fornecem um vasto material a respeito de si mesma para estudar, refletir e analisar.

Na minha experiência, essas 4 alternativas tem sido a base para que eu aprofunde mais em mim mesma e compreenda meus aspectos mais profundos de luz e sombra.

É claro que com o passar do tempo você sentirá a necessidade de se aprofundar mais, e conhecer aspectos ainda mais ocultos a respeito do seu ser, que somente o ocultismo pode abrir as portas para esse universo misterioso.

Sagrado Feminino para Iniciantes

No entanto, é preciso dar o primeiro passo, e esse passo é entender onde você está hoje, quem é você hoje. Para isso, é preciso que comece a conhecer mais os seus ciclos. Vou compartilhar um passo a passo para que você comece a se perceber mais, acompanhando os seus processos e ciclos.

Para isso, faça o download gratuito do meu Planner da Mulher. Com ele, você será capaz de fazer todo o acompanhamento de você mesma que eu vou propor para você.

1. Acompanhe o seu ciclo menstrual

Parece óbvio né? Mas muitas mulheres não fazem ideia de quando estão ovulando, nem de quantos dias dura o seu ciclo menstrual. Conhecer o seu ciclo menstrual é fundamental e a base de tudo para que se conheça melhor. Portanto, marque lá no Planner da Mulher os dias que estiver ovulando e os dias que estiver menstruando.

Observe como você se sente durante esses períodos, e até mesmo nos dias que antecedem. Perceba o seu humor, seus pensamentos e o seu corpo. Sente dor em algum lugar do corpo? Sente mais sono? Fica mais irritada? Escreva todas essas observações no planner.

2. Acompanhe a fase lunar

Começar a se ligar no ciclo da lua também vai te ajudar a se conhecer melhor, afinal, a Lua nos influencia diretamente. E é através da fase lunar que você saberá se a sua menstruação está equilibrada ou não.

Quando a mulher está alinhada com o ciclo da Lua, ela menstrua na Lua Nova. Sempre. Portanto, comece o acompanhamento da sua menstruação, e observe sempre em qual fase lunar você está menstruando. Anote.

Você perceberá que ao se ligar mais ao ciclo da Lua, a sua menstruação vai começar a se alinhar também. Então é normal acontecer alguns atrasos ou antecipações na menstruação até ela se alinhar à Lua Nova.

A Lua também influencia no seu humor, na sua produtividade, em todo o seu ciclo feminino ao longo de 28 dias. Portanto, é muito importante que você conheça mais cada fase lunar, para saber aproveitar essa energia a seu favor.

Por exemplo, na Lua Nova é comum sentir uma energia de introspecção, quietude. Você sente necessidade de ficar mais quieta em casa, sem muito contato social. Isso porque a energia da Lua Nova pede esse momento de recolhimento, intuição e reflexão. Além disso, como eu disse, quando a mulher está equilibrada, ela menstrua nesse período lunar, e durante a menstruação, também é comum a mulher sentir necessidade de se isolar, ficar mais quieta, e não se expôr tanto.

Aqui no blog tem post sobre cada fase lunar. Se você ainda não leu, clica nos links abaixo para ler e conhecer melhor:

Lua Nova

Lua Crescente

Lua Cheia

Lua Minguante

3. Tenha um diário dos sonhos

Os sonhos também são uma fonte de autoconhecimento. É através deles que o seu inconsciente se comunica com você. O sonho mostra questões que precisam ser resolvidas, trabalhadas, melhoradas, e até orientações para resolver pendências.

Portanto, se você ainda não tem o hábito de escrever os seus sonhos, comece agora. Lá no Planner da Mulher tem um espaço dedicado para anotação dos sonhos.

O ideal é que você anote todos os dias, para que depois, volte, e releia de uma forma contínua. Dessa forma, você entenderá com mais clareza qual a mensagem que os seus sonhos estão te passando.

Pode ser que você acorde um dia e ache que não sonhou nada porque não se lembra. Quando isso acontecer, anote como você acordou. Acordou disposta, animada, triste, ansiosa? Acordou com dor em algum lugar do corpo?

Você perceberá que à medida que criar o hábito de anotar todos os dias os seus sonhos, você passará a lembrar cada dia mais dos sonhos, e com mais clareza e riqueza de detalhes.

4. Tire uma carta diária do Tarot ou de um Oráculo de sua preferência

Tirar uma carta todos os dias de manhã para ver a energia do dia, também é uma excelente forma de se perceber mais. Tire a carta, anote no planner qual foi a carta do dia, e ao final do seu dia, volte ao planner e escreva como foi o seu dia. Verifique se os acontecimentos do dia estavam alinhados com a energia da carta que você tirou.

O Tarot é uma ferramenta incrível para isso, e você não precisa ser taróloga profissional para ter o seu Tarot e tirar a carta do dia. Todo deck de Tarot vem com um livro com a explicação de cada arcano. É uma explicação mais superficial, mas o suficiente para você compreender a energia do dia.

Também existem oráculos maravilhosos que trazem mensagens relevantes para serem usados como energia do dia. Vou deixar aqui embaixo uma lista de sugestão de decks de Tarot e oráculos que eu indico. Escolha o que mais ressoar com você:

Tarô Waite Edição Especial

Tarô Videntes da Luz

Oráculo das Intenções

O Oráculo da Deusa

Oráculo Desperte sua Luz

Esse exercício da carta do dia vai fazer com que você preste mais atenção nos acontecimentos do dia, assim como nas suas atitudes e como reage a eles. Uma excelente maneira de se conhecer melhor.

5. Planeje o que deseja realizar de acordo com o ciclo lunar

O ciclo da Lua dura em média 28 dias. Toda Lua Nova se inicia um novo ciclo, e toda Lua Minguante se encerra o ciclo.

Começar a planejar a sua vida de acordo com o ciclo lunar, também te proporcionará autoconhecimento, além de que, você aprenderá a aproveitar a energia da Lua para potencializar as suas atividades diárias.

Em toda Lua Nova, escreva o que deseja conquistar naquele ciclo.

Ao encerrar o ciclo na Lua Minguante, volte nas suas anotações e veja se você conseguiu conquistar o que escreveu na Lua Nova. Se não tiver conseguido, faça uma reflexão de como as coisas aconteceram, porque não aconteceram como você esperava, e o que você pode fazer melhor no próximo ciclo para conquistar.

Todo o Universo é feito de ciclos, e assim também somos. Ao nos alinharmos aos ciclos da Natureza, estamos nos alinhando com o Cosmos, e com isso, a nossa vida flui muito melhor, de uma maneira muito mais equilibrada e organizada. A nossa saúde física e mental agradece.

Com esses exercícios que eu estou te propondo, você será capaz de se alinhar com a força Cósmica, e sentir por você mesma os benefícios desse alinhamento na sua vida enquanto mulher.

Eu considero esse, o primeiro degrau do desenvolvimento pessoal feminino, e da vivência do verdadeiro sagrado feminino na vida de uma mulher.

O Arquétipo das Deusas no Sagrado Feminino

Muitas mulheres também gostam de usar os arquétipos das Deusas para se conectarem com a energia feminina de cada uma delas, quando sentem que precisam ativar essa energia nelas mesmas.

Os arquétipos nada mais são que símbolos (imagens, cores, signos) que se comunicam com o inconsciente e despertam pensamentos, sentimentos e comportamentos.

Cada Deusa tem uma história simbólica, uma imagem, e uma personalidade, que quando você se conecta a esses aspectos, você ativa no seu inconsciente esse arquétipo e pode ter comportamentos alinhados ao da Deusa que você se conectou.

Selecionei algumas Deusas para você conhecer um pouquinho da história e da simbologia, e assim, caso sinta essa necessidade de se conectar a um arquétipo da Deusa, escolha aquela que mais ressoa com você e com o momento que está vivendo.

Ísis

Imagem do Pinterest

A mais ilustre das Deusas egípcias. Era vista como a grande mãe que cuidava de todos. Ela foi adorada como a protetora dos mortos e a força criadora da natureza. Ísis tinha poderes mágicos e era capaz de curar os doentes e ressuscitar os mortos.

Em todos os círculos esotéricos, ela é considerada a Iniciadora, aquela que detém os segredos da vida, da morte e da ressureição.

A cruz ansata (ankh) ou o nó de Ísis são os símbolos dos seus poderes infinitos. Ela é fonte mágica de toda fecundidade e de toda transformação.

Atena

Imagem do Pinterest

Deusa da fecundidade e da sabedoria, virgem, protetora das crianças, guerreira, inspiradora das artes e dos trabalhos da paz. Sua aparição determinou uma completa mudança na história do Cosmo e da humanidade.

Atena, a deusa grega da sabedoria, da estratégia e da guerra justa, nasceu da cabeça de Zeus, completamente armada e pronta para a batalha. Ela personificava a inteligência e a razão, sendo uma conselheira valiosa para heróis e líderes. Atena era reverenciada por sua perspicácia e pela habilidade de resolver conflitos de forma justa.

Atena simboliza a combatividade espiritual, aquela que deve estar sempre desperta, porque nenhuma perfeição é adquirida para sempre.

Afrodite

Deusa Afrodite emergindo do mar
Aphrodite por LinzArcher

Afrodite, a deusa grega do amor, beleza e paixão, emergiu das espumas do mar. Ela era irresistível em sua beleza e encantava deuses e mortais. Sua presença inspirava o amor e a união entre os seres, e ela era frequentemente invocada para abençoar relacionamentos e trazer harmonia e desejo ao coração das pessoas.

Ela simboliza as forças irreprimíveis da fecundidade, não em seus frutos, mas no desejo apaixonado que acendem entre os vivos.

A Ancestralidade Feminina

Além de se conectar com o arquétipo das Deusas, buscar conhecer a sua ancestralidade feminina é fundamental no seu processo de desenvolvimento pessoal feminino.

Você é fruto do que as mulheres que vieram antes de você na sua família, viveram. Conhecer a história dessas mulheres é conhecer a sua história, quem você é.

Através dessa busca você conhecerá aspectos do feminino na sua família que não conhecia, e com isso, entenderá muito melhor você mesma, seus talentos, e suas dificuldades.

Pode ser que você não tenha mais as suas avós vivas, mas busque essas informações com a sua mãe, com tias e primas. Você descobrirá um novo universo, e com isso fortalecerá o seu feminino.

Tem muitos aspectos de nós mesmas, principalmente os talentos, que não entendemos de onde vem. Mas ao conhecer a história de nossas bisavós, tataravós, temos clareza de onde vem esses talentos, e descobrimos mais aspectos do nosso ser.

Eu mesma sempre senti uma ligação muito forte com a Natureza. Eu preciso estar na Natureza, senão me desequilibro. É um sentimento forte, sinto como se fosse uma necessidade básica.

Ao começar a investigar a minha ancestralidade, descobri que as mulheres da minha família eram índias. Ao descobrir isso, me entendi muito mais.

Além desse autoconhecimento, a ancestralidade está no seu campo sistêmico, e o que essas mulheres viveram impactam diretamente na sua vida hoje. É preciso trabalhar e organizar esse campo sistêmico para que você usufrua de uma maneira positiva e saudável desse poder feminino ancestral.

Buscar por uma constelação sistêmica é um caminho que pode ajudar, não só a descobrir mais sobre sua ancestralidade, como também a se ligar a essa força.

Como você pode ver, o sagrado feminino não é uma prática, é um processo profundo de autoconhecimento da mulher. É o conhecimento de sua personalidade, de suas forças e talentos, da sua ancestralidade, dos aspectos ocultos da mulher. É o alinhamento da mulher com os ciclos naturais da vida. É o equilíbrio das duas forças no seu ser, o feminino e o masculino. É a sabedoria de ser mulher, e aceitar e honrar essa condição em sua vida.

Para isso conquistar tudo isso, o caminho é longo, é um processo, que depende da mulher se abrir para ele e querer se conhecer com profundidade. É um processo individual, que conduz cada mulher que se abre a ele, a um desenvolvimento pessoal, e a uma evolução espiritual.

E você mulher? Você se permite mergulhar no autoconhecimento e abraçar o seu feminino? Me conta aqui nos comentários.

Um abraço,

Priscila Serato


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